
Cada curso largado, cada caderno de três páginas, cada empresa que nunca saiu do papel. Tudo foi parar em algum lugar.
Uma burocracia inteira montada para cuidar do que a gente abandonou. Formulários para sentimentos, carimbos para milagres.
A pergunta nunca foi como terminar as coisas. É por que a gente começa. E o livro responde sem dar lição em ninguém.
O que você faria se todos os projetos que você começou e não terminou viessem bater na sua porta?
Numa noite comum, Martim, 42 anos, ouve sete toques na campainha. Do lado de fora, um homem de terno bege segura uma prancheta e anuncia uma auditoria.
Cada começo abandonado, ele explica, foi parar em algum lugar: existe uma cidade inteira construída de cursos largados, livros pela metade e empresas que nunca saíram do papel. E a cidade quer recebê-lo.
Entre um herói sem pés, uma pensão que serve o jantar de anteontem e um lote apagado no fundo do Distrito 214, Martim descobre que a pergunta nunca foi como terminar as coisas. É por que a gente começa.
★★★★★“Uma história que te faz pensar em tudo que já começou e ainda não acabou.”
Resenha de leitor na Amazon
★★★★★“Uma leitura delicada, imaginativa e cheia de afeto, que fala de coisas bastante humanas da forma mais leve e bonita.”
Juliana, resenha na Amazonler a avaliação completa
Sobre tudo aquilo que deixamos pelo caminhoA leitura é poética, aconchegante e profundamente nostálgica.
É uma história sobre todas as coisas que começamos ao longo da vida e, por algum motivo, deixamos pelo caminho. O autor viaja para o mundo dessas coisas inacabadas e, ali, acaba aprendendo muito sobre si mesmo.
O livro é cheio de frases bonitas e de sensações muito familiares. Cheiros que lembram a infância, a empolgação quase irresistível de começar algo novo, a tristeza de não conseguir levar adiante, a falta de coragem, os projetos abandonados no meio do caminho… é impossível não se reconhecer em algum momento (eu me reconheci em muitos!).
Os personagens são muito interessantes, e eu gostaria MUITO de vê-los desenhados! O autor também é ilustrador, então passei boa parte da leitura imaginando que, muito provavelmente, ele chegou a criar todos eles! Marcelinho, diz que sim!!!
É uma leitura delicada, imaginativa e cheia de afeto, que fala de coisas bastante humanas da forma mais leve e bonita. Daquelas que deixam uma sensação gostosa depois que acabam!
O Departamento fotografa cada exemplar chegando ao seu destinatário




Foram quarenta e dois exemplares numerados à mão e assinados. Todos já têm destinatário.
A fila fechou em 24 de setembro de 2026, e não haverá reimpressão. O livro continua disponível em edição digital, pra quem quiser ler agora.
Ao lado, abre a lista de interesse da próxima: uma edição nova, ilustrada, prevista pra 2027. Sem compromisso. Quem entrar fica sabendo primeiro.

Marcelinho começou este livro do mesmo jeito que começou um curso de violão, uma empresa, três blogs e uma maquete de cidade: com entusiasmo total e nenhuma garantia de chegar ao fim. Este é, até onde se sabe, o primeiro que terminou. O que talvez explique por que ele precisou escrever um livro inteiro sobre isso.
Ilustrador, designer e colecionador de inícios, vive em São José dos Campos com o Celso, a Kira e o Nero. Segue começando coisas. Algumas ele termina. As outras, agora ele sabe, ficam morando em algum lugar.
Marcelinho